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Beginning iPhone Development: Exploring the iPhone SDK
Postado em 10. jun, 2010 por Chiavegatti.

This Bookis guide to help you you get started down the path to creating your own iPhone applications. Our goal is to get you past the initial learning curve to help you to understand the way iPhone applications work and how they are built. As you work your way through this book, you will create a number of small applications, each designed to highlight specific iPhone features and show you how to control or interact with those features. If you combine the foundation you’ll gain by making you way through this book with your own creativity and determination, then add in the extensive and well-written documentation privided by Apple, you’ll have everthing you’ll need to build your own professional iPhone applications.
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Steve Jobs – Como viver antes de morrer
Postado em 03. jan, 2010 por Chiavegatti.
Não espere assistir nestes vídeos, Steve Jobs demonstrar sua genialidade e brilhantismo em negócios, ou suas obras de arte em design e entretenimento. Neste vídeo você verá um homem de coragem que sabe enfrentar e tirar proveito de todos os desafios que enfrenta.
Que seja inspirador em sua vida.
Primeira Parte
Segunda Parte
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Definindo : Search Engine Optimization!
Postado em 04. dez, 2009 por Chiavegatti.
A indústria dos motores de busca freqüentemente inovam e mudam o comportamento do consumidor em relação a descoberta,pesquisa e compartilhamento. Essas mudanças exigem uma grande pesquisa de marketing para que seja possível existir uma nova visão sobre o SEO (Search Engine Optimization) e é justamente esse o porque as empresas devem ou não se engajar nessa prática.
A definição de SEO é muitas vezes senão na maioria delas centralizada em sua mecânica:
” SEO considera como os motores de busca trabalham e como as pessoas pesquisam. Otimizar um site envolve principalmente o seu conteúdo e a edição de HTML e codificação para aumentar sua relevância em palavras-chave específicas e eliminar os obstáculos as atividades de indexação dos motores de busca. “ ( Wikipédia)
O Google oferecendo uma definição do que é SEO junto com algumas orientações:
“Muitos SEOs, outras agências e consultores fornecem vários serviços úteis para seu site, incluindo: revisão de conteúdo ou estrutura, assessoria técnica no site, desenvolvimento: por ex: hospedagem, redirecionamento, páginas de erro, o uso de JavaScript, desenvolvimento de conteúdo, gerenciamento de campanhas de desenvolvimento de negócios online, Investigação e rastreamento de palavras-chave, Treinamento SEO, Especialização em mercados específicos e geográficos.”
Os principais componentes relacionados a como o motor de busca funciona incluem:
- Rastreamento
- Indexação
- Classificação
Essas são as áreas de foco “funcional” na maioria dos esforços de SEO. A grande maioria dos profissionais experientes em marketing na internet (mídia online, se preferir) vai de cara reconhecer que essa é uma visão totalmente limitada do valor real que o SEO traz consigo.
E sobre a construção do “Linkage” e a promoção do conteúdo? E a busca de conteúdo que não está orientada para o produto ou serviço? E a pesquisa em redes fechadas? A pesquisa em tempo real? A busca de nicho: multi-vertical, local, móvel, regional? A busca social?
Os YODA-masters do SEO tem uma premissa fundamental “Se pode ser procurado, pode ser otimizado!” Não existe motor de busca perfeito, assim contribuir na distribuição de conteúdo de fácil compreensão é extremamente útil e importante para os motores de busca, para os consumidores que usam esses motores e para as fontes de conteúdo representado em resultados nas pesquisas.
Código, arquitetura do site e problemas e características do servidor afetam diretamente o modo como os bots interagem e indexam o conteúdo do site. É muito importante pesquisar palavras-chave e posteriormente usar essas palavras-chave em tags, marcação, links âncora entre páginas… Essas práticas são conhecidas como “on page SEO”. Enquanto o “off-page SEO” é basicamente a construção de links.
A definição de SEO pode ser muito simples também: “Otimização de conteúdo digital para um melhor desempenho em pesquisas.” Essa é uma definição ampla, simples claro…Mas muito ampla e implica diretamente sobre o critério do qual seria o valor desse desempenho em pesquisas que pode ser variável em relação aos objetivos da sua aplicação, pode aumentar o volume de vendas ou então pode impactar significativamente na redução do custo de um serviço X para o cliente. Realmente o desempenho aferido precisa ser pontuado com base no que os clientes estão procurando, se o conteúdo disponível agora é otimizado e se existem sistemas funcionais de métricas como o Google Analytics para poder medir e avaliar o desempenho.
Hoje o consumidor é sempre direcionado e habituado a usar a pesquisa em diversos cenários diferentes que vão desde a pesquisa por curiosidade espontânea até a busca por produtos que deseja comprar. Na maioria dos casos os consultores de SEO são contratados pelos departamentos de marketing das empresas para melhorar a visibilidade de busca dos produtos e serviços que estão sendo comercializados para os clientes. Quanto melhor a colocação do motor de busca normalmente existe um aumento de tráfego (que é qualificado por termos utilizados na pesquisa) e lógico, convertendo em um aumento de vendas.
As empresas que estão alguns passos a frente dos seus concorrentes, estão investindo mais em esforços de SEO “in-house”, não deixando de lado a contratação de consultorias externas, ou como é mais comum a integração da equipe interna com os consultores terceirizados. Empresas que tem uma visão moderna de mercado, uma visão geral sobre a importância da pesquisa hoje e a noção do fundamento “Se ele pode ser procurado, ele pode ser otimizado” estrategicamente, existe ai uma grande oportunidade não apenas de melhorar o desempenho do marketing e da eficácia do SEO, mas de fazer o mesmo para outras áreas de conteúdo também.
A maioria das empresas estão engajadas em implementar e mensurar o SEO para aumentar as vendas como parte do Marketing. E essas mesmas empresas, muitas vezes publicam conteúdo em outras mídias, ou paralelamente em outras mídias On e Off-line, bem como geram conteúdo que tem ROI (Return of Investiment), mas que não fazem parte do marketing. Os clientes muitas vezes procuram por esse conteúdo se não estiver bem otimizado, não poderão encontrá-lo. Isso significa oportunidade.
As empresas que fazem uso de palavras-chave e o SEO para os seus sites de forma holística, geralmente realizam uma combinação muito desejável de benefícios que incluem o aumento nas vendas, vem como uma redução dos custos em determinadas áreas. Se não, se uma redução de custos, pelo menos, uma melhora na eficiência e desempenho.
Por exemplo: A maioria das buscas internas dos sites (algoritmos proprietários) das empresas tem um qualify rate em C e D menos. Esse conteúdo mal qualificado digamos assim..Pode ser muito bem aproveitado pelo Google. Depois de uma venda, consumidores costumam procurar pelo contato da empresa, suporte produto ou serviço. É cada vez maior o número de empresas que investigam e publicam informações pertinentes e relacionadas ao fluxo de pesquisa, na contra mão na maioria das vezes a usabilidade inerente a esses sistemas, muitas vezes é falho.
Criando sistemas de FAQ e bases de conhecimento disponibilizadas para os crawlers “bots” externos como o SLURP,Googlebot e MSNBot bem como a otimização sistemática das palavras-chave, torna o conteúdo acessível de forma mais fácil para os clientes que procuram por ele. As empresas investem em novos produtos, serviços, atendimento ao cliente. Informações de apoio para reduzir custos globais dos clientes de serviço (call centers são caríssimos.) e esperamos oferecer um serviço cada vez melhor aos clientes de uma forma que seja mais conveniente a eles (ou seja 24/7 – operacional!). Tornar os conteúdos de suporte e apoio disponíveis dessa forma, conseguem excelentes desempenhos em pesquisas e podem facilitar as metas de desempenho e eficiência de custos.
Existem outros exemplos que eu poderia compartilhar que envolvem o SEO para , listas de jobs, conteúdo de notícias e outros… Mas acredito que você pode determinar seu próprio modelo.
Avaliar todo o conteúdo que será publicado on-line, determinar o público e se isso melhorou realmente o desempenho da pesquisa podem concretamente ajudar a atingir seus objetivos de negócios. Essas metas poderiam ser o aumento das vendas, a reputação da marca, o posicionamento da marca, a contratação de talentos, reduzindo custos com recrutadores de RH ou então aumentando a cobertura da mídia enquanto reduz o custo com agências e relações públicas. O que liga esse tipo de esforço em SEO é que os clientes estão em busca de conteúdo publicado dentro e fora do web site da empresa (em redes sociais, por exemplo), mas infelizmente, muitas vezes é difícil encontrar. Quanto mais fácil você tornar o conteúdo acessível a seus clientes, mais próximo dos seus objetivos de negócios você estará.
Por fim, se os esforços de otimização de busca são do Marketing, das relações públicas, do RH, atendimento ao cliente ou survey de controle de qualidade, a minha definição preferida para SEO é:
Otimização de conteúdo digital para motores de busca e consumidores para melhorar o desempenho e alcançar objetivos e metas de negócio.
Qual é a sua definição para SEO?
Você acha que as empresas realmente devem medir o valor do SEO além do aumento do tráfego e das vendas?
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O medo causado pela Inteligência
Postado em 16. nov, 2009 por Chiavegatti.
Quando Winston Churchill, ainda jovem, acabou de pronunciar seu discurso de estréia na Câmara dos Comuns, foi perguntar a um velho parlamentar, amigo de seu pai, o que tinha achado do seu primeiro desempenho naquela assembléia de vedetes políticas. O velho pôs a mão no ombro de Churchill e disse, em tom paternal:
“Meu jovem, você cometeu um grande erro. Foi muito brilhante neste seu primeiro discurso na Casa. Isso é imperdoável. Devia ter começado um pouco mais na sombra. Devia ter gaguejado um pouco. Com a inteligência que demonstrou hoje, deve ter conquistado, no mínimo, uns trinta inimigos. O talento “assusta.”
E ali estava uma das melhores lições de abismo que um velho sábio pode dar ao pupilo que se inicia numa carreira difícil. A maior parte das pessoas encasteladas em posições políticas é medíocre e tem um indisfarçável medo da inteligência.
Isso na Inglaterra. Imaginem aqui no Brasil. Não é demais lembrar a famosa trova de Ruy Barbosa.
“Há tantos burros mandando em homens de inteligência que às vezes fico pensando que a burrice é uma Ciência”.
Temos de admitir que, de um modo geral, os medíocres são mais obstinados na conquista de posições. Sabem ocupar os espaços vazios deixados pelos talentosos displicentes que não revelam o apetite do poder. Mas é preciso considerar que esses medíocres ladinos, oportunistas e ambiciosos, têm o hábito de salvaguardar suas posições conquistadas com verdadeiras muralhas de granito por onde talentosos não conseguem passar. Em todas as áreas encontramos dessas fortalezas estabelecidas, as panelinhas do arrivismo,inexpugnáveis às legiões dos lúcidos.
Dentro desse raciocínio, que poderia ser uma extensão do Elogio da Loucura de Erasmo de Roterdan, somos forçados a admitir que uma pessoa precisa fingir de burra se quiser vencer na vida.
É pecado fazer sombra a alguém até numa conversa social. Assim como um grupo de senhoras burguesas bem casadas boicota automaticamente a entrada de uma jovem mulher bonita no seu círculo de convivência, por medo de perder seus maridos, também os encastelados medíocres se fecham como ostrasà simples aparição de um talentoso jovem que os possa ameaçar.
Eles conhecem bem suas limitações, sabem como lhes custa desempenhar tarefas que os mais dotados realizam com uma perna nas costas, enfim, na medida em que admiram a facilidade com que os mais lúcidos resolvem problemas, os medíocres os repudiam para se defender. É um paradoxo angustiante.
Infelizmente temos de viver segundo essas regras absurdas que transformam a inteligência numa espécie de desvantagem perante a vida.
Como é sábio o velho conselho de Nelson Rodrigues:
“Finge-te de idiota e terás o céu e a terra”. O problema é que os inteligentes gostam de brilhar, que Deus os proteja.
O texto acima é de autoria do excepcional José Alberto Gueiros, foi originalmente publicado no Jornal da Bahia na edição de 23/09/1979.
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Fireworks Vs. Photoshop – Compressão de arquivos
Postado em 14. nov, 2009 por Chiavegatti.
Particularmente sempre trabalhei com o Adobe Fireworks para desenvolver layouts para web, deixando normalmente o Adobe Photoshop como segunda escolha, 95% das minhas atividades estão diretamente relacionadas com desenvolvimento mas sempre gosto de fazer alguma “firula” nos softwares de produção gráfica, estou agora fazendo um esquema de imersão no Adobe inDesign CS4 por questões de produtividade e múltiplas saídas (impressos e online) , mas o Adobe Fireworks sempre supriu plenamente as minhas necessidades de entregar imagens de alta qualidade para exposição no monitor, porém sempre tive dúvidas em relação a compressão do tamanho dos arquivos exportados por ele atráves da opção “Save for web” em comparação a compactação do Adobe Photoshop usando a mesma opção.
Será o Adobe Photoshop o melhor caminho em termos de compactação e exportação do arquivo para saída web?
Isso vamos descobrir juntos agora. Não vou nem tentar explicar aqui porque o sistema de compressão do Adobe Fireworks demonstra ter um desempenho melhor que o do Adobe Photoshop no quesito compactação. Mas vou provar que a saída do arquivo para publicação através do uso do Adobe Fireworks reduz significativamente o tamanho do arquivo preservando sua qualidade de exposição, com uma breve e simples sequência de testes.
Para testes usei uma ilustração feita no ilustrator e exportada em Jpeg sem nenhuma comprensão. Seria bacana se vocês também fizessem o mesmo teste para confirmar os resultados. Sinta-se a vontade para me enviar os resultados que você obteve no meu twitter @chiavegatti.
A Compressão PNG
Para propósito de testes eu usei uma imagem não comprimida (un-compressed) exportada a partir do Adobe Illustrator. No Adobe Photoshop usei a opção “Save for Web” configurando a imagem para PNG-24 com transparência e o resultado foi um arquivo com 161 Kb. No Abode Fireworks usei a mesma imagem exportada do Adobe Illustrator. No Adobe Fireworks também usei a opção “Save for Web” mas exportando a imagem em formato PNG-32. e o resultado foi um arquivo de 155 KB. Visualmente as duas imagens são iguais (pelo menos para mim). Em termos de tamanho, a imagem exportada com o Adobe Firewors é aproximadamente 6 Kb menor.

A Compressão GIF
Agora eu exportei a imagem em formato Gif com 256 cores, adaptativo, no-dither . Os resultados foram: Adobe Photoshop 58.1 Kb e Adobe Fireworks 56.2 Kb. Ganhei praticamente 2 Kb. exportando através do Adobe Fireworks. Olhando atentamente as imagens desta vez, perceba que elas não estão idênticas como anteriormente. Eu prefiro a imagem exportada pelo Fireworks, ela consegue mater a fidelidade aos detalhes da imagem original.

A Compressão JPG
Para finalizar os testes, vamos ao formato JPG. Eu exportei a imagem no Adobe Photoshop com 60% da qualidade para o formato JPG eo tamanho do arquivo foi de 46.2 KB. Já exportando a imagem no Adobe Fireworks adequei a qualidade para 80% no formato JPG e o resultado foi uma imagem com 41.8 KB. Amabas as imagem estão idênticas, a única diferença é que o Adobe Fireworks gerou um arquivo exportado menor em 4.4 KB que o Adobe Photoshop.

Atenção! O Adobe Fireworks e o Adobe Photoshop possuem uma technologia (algorítimo) de compressão diferente: Uma taxa de compressão de 80% no Fireworks corresponde a uma taxa de compressão de 60% no Adobe Photoshop.
O que é ideal?
O que é ideal? Afinal são poucos Kilobytes de diferença… Bom, realmente são Kilobytes de diferença, mas quantas imagens compõe sua interface? Obviamente a proporção de diferença do tamanho do arquivo está relacionada a dimensão da imagem. Se a Imagem tem 1024 por exemplo a diferença na redução da taxa de compressão será maior do que em um arquivo com dimensão de 640 pixels. Vamos partir para um cenário mais próximo da realidade…
Imagine que seu site tenha aproximadamente 1000 pageviews por dia. Você tem uma imagem de Background com 220 KB, e exportando no Fireworks conseguiu reduzir 20Kb dessa imagem. Vamos as contas:
1000 * 220 KB = 214 MB por dia! * 30dias = 6.296 GB mês.
Veja só, uma aparentemente inofensiva imagem de 220 KB pode gerar uma carga de tráfego de dados mensal de mais de 6Gb! E estou sendo pessimista imagino que você terá 1000 pageviews por dia. Vamos agora reduzir 20kb na nossa conta.
1000 * 200 KB = 195 MB por dia! * 30dias = 5.712 GB mês.
Resultado da economia: [- 20KB] 19 MB por dia! * 30dias = 584 MB mês.
Conclusões
Se você tem o Adobe Photoshop e o Adobe Fireworks instaldos , realize seus próprios testes. Acredito que você ficará surpreso com os resultados, tenha em mente que arquivos menores não geram só economia de espaço, maior velocidade de carregamento e menor tráfego no servidor, gera economia de dinheiro! Eu sempre usei o Adobe Fireworks para fazer minhas interfaces e exportar as imagens de composição do Layout.



